TECNOLOGIA

ESCOLA NA NUVEM



Escola na nuvemVocê já ouviu falar de escola na nuvem? Pois bem, para quem não sabe do que eu estou falando, trata-se, essencialmente, de aplicativos utilizados pela escola que estão em servidores - "nuvens" - e que "rodam" a partir de qualquer dispositivo conectado à internet.

Há vários tipos de soluções pedagógicas nesse sentido. O principal exemplo e, talvez, o mais representativo, é a plataforma de gerenciamento da aprendizagem, mais conhecida como LMS - Learning Management System.

Utilizar arquivos em nuvem, do ponto de vista tecnológico, é um avanço extraordinário. Acessar arquivos e trabalhar em tempo real a partir de qualquer dispositivo conectado à internet sem limite de tempo e espaço é fantástico e muito produtivo.

Sem dúvida, trata-se de um avanço que deve ser utilizado com sabedoria. Agora, como tudo na vida, há vantagens e desvantagens. Dentre as vantagens, posso citar a utilização de dispositivos que não precisam ter configurações muito "pesadas", principalmente quanto ao espaço de armazenamento, pois os arquivos em nuvem não estão armazenados neles, mas, sim, num servidor. Outra vantagem é a já citada não limitação de tempo/espaço. 


Porém, é importante dizer que, sem uma boa conexão, o acesso aos dados fica complicado e, às vezes, inviável. Um plano B - armazenamento em disco - nunca é demais.

Quanto à sua utilização na educação, vejo a "escola na nuvem" como um tipo de revolução. Sempre sonhei com uma educação mais significativa, personalizada e colaborativa - nos moldes da Escola Nova, das ideias de Dewey e de Vygotsky entre outros. Hoje, mais do que nunca, essas propostas passaram a ser mais fáceis e simples de serem realizadas, pois a personalização, a colaboração, a avaliação, o gerenciamento e muito mais tornaram-se ágeis, práticas, eficientes e eficazes a partir da tecnologia digital e, mais ainda, com servidores em nuvem.

O desafio, penso eu, está na qualificação/capacitação dos professores e alunos para que ambos aproveitem ao máximo os recursos que têm à disposição. Alfabetização midiática e digital não é só para os professores como muitos pensam. Os alunos também precisam aprender a utilizar os recursos digitais de modo mais produtivo e não apenas recreativo.


Prof. Carlos Sanches



 

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